sábado, 3 de julho de 2010

Raiva


A raiva sempre passa mas também sempre deixa algumas marcas
vestígios de ódio pelo travesseiro,
cicatrizes de angustia pelo coração.
a raiva no outro dia é lembrança
é remorso, é impotência.
Em mim a raiva dói,
e se transforma em lágrimas,
que se transformam em palavras,
palavras mal escritas em uma folha qualquer.
As palavras se transformam em pequenos versos,
e os pequenos versos se transformam nesse poema.

Um comentário:

  1. ooh, muito bonito. Como dizem por aí: coisas guardadas por muito tempo podem transbordar. Que bom que você desconta sua raiva escrevendo :D

    B.

    PS.: Se der, passa no CH também (:

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